aperto no peito, coração apertado, dor estigante, fatigante, intrigante
mente vazia, pensamentos tolos, sabedoria margiada, frangância, elegância
vaso cheio, chuva poluosa, cama dessarumada, bandeira aberta no peito cheiroso
sintonia de almas, abertura de caminhos, dores curadas, tolice abençoada
alma que chora, que gargalha, que hoje acha que sabe viver
peito estridente que mesmo sorridente sabe a dor do viver
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
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Um comentário:
Eu não sei nem o que dizer depois de todos os textos que eu li por aqui. Ah! Tenho que dizer que não posso considerá-los como textos, são sim fragmentos de uma história não terminada; Uma forma de comunicação verbal onde há um muro de sensações que não têm nome (ou que têm, mas que eu nunca soube rotular). É digno de quem tem um bom conhecimento de mundo, quem sabe o que as outras pessoas sentem em vários momentos de sua rotina. Ou que você sem querer se tornou um observador de tudo e de todos. Conseguistes dispertar um sentimento de nostalgia, uma vontade de forjar recordações, comprar um scanner pra colocar as fotos antigas que temos guardadas aqui em casa. De procurar no orkut o nome dos amigos que estudaram com a gente na escola da "tia cotinha". Tenho vontade de repensar sobre meus ideais depois de vê-los completamente transcritos, aqui. Parece que você nos invade com suas bobagens (depois de tanto insistir eu vou chamar assim), nos revira, nos acha, nos esconde... Fico perplexo e sem saber o que falar pra ti.
O que posso pedir, é sim, com que sempre continues construindo essas partes da minha vida, mais sua do que minha, que parece que você insisti em roubar.
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