Nosso crescimento está condicionado às viagens que fazemos!!!
Viajar é conhecer o novo, explorar o desconhecido, se deslumbrar e se decpionar com aquilo que procuramos. Viajar também é renuncia, positiva e negativa, na primeira delas (positiva) renunciamos ignorância, estamos na viagem com o intuito de melhorar a cada segundo, cada pedaço do dia-a-dia, aprendendo maneiras de viver em outra cultura, o que nos fortalece e nos torna passíveis de comparações embassadas no cotidiano em que vivemos, nos torna saudosistas quando o positivismo chega ao seu pico. A renúncia negativa é particular, íntima, conhece-a somente quem a provou por um período longo de viagem. Renunciar família, amigos, amor, momentos tão únicos de um lugar em que você escolheu "fugir por um período" é decisão para poucos, e para muitos em momentos de loucura. A compensa pela renuncia negativa é como o investimento em uma empresa, vem aos poucos e de maneira muito sutíl, talvez aí seja a grande dificuldade de se renunciar. O que deveriamos fazer então? viajar somente por curtos período de tempo? ou não viajar? São decisões complicados quando nos deparamos com outra palavra importante, a tal da OPORTUNIDADE. A oportunidade gera em nós a dúvida, e alimenta o que deciframos como renúncia (positiva e negativa), partir rumo ao desconhecido e abrir mão da zona de conforto é agarrar a melhor oportunidade que tivemos, e largar mão da oportunidade é aceitar a aprimorar nossas conquistas locais, a decisão final? Cabe somente ao coração de quem decide. Se vale a pena? essa resposta é o título desse texto, e ela está totalmente complementada por aqueles/aquilo que "deixamos"; embarcar num porto é excelente, mas primordial é saber que o porto nos aguarda de volta, e com todas as portas abertas, pra recomeçar de onde paramos, de onde do fundo do coração do viajante, ele nunca deixou de estar.
Viajar é conhecer o novo, explorar o desconhecido, se deslumbrar e se decpionar com aquilo que procuramos. Viajar também é renuncia, positiva e negativa, na primeira delas (positiva) renunciamos ignorância, estamos na viagem com o intuito de melhorar a cada segundo, cada pedaço do dia-a-dia, aprendendo maneiras de viver em outra cultura, o que nos fortalece e nos torna passíveis de comparações embassadas no cotidiano em que vivemos, nos torna saudosistas quando o positivismo chega ao seu pico. A renúncia negativa é particular, íntima, conhece-a somente quem a provou por um período longo de viagem. Renunciar família, amigos, amor, momentos tão únicos de um lugar em que você escolheu "fugir por um período" é decisão para poucos, e para muitos em momentos de loucura. A compensa pela renuncia negativa é como o investimento em uma empresa, vem aos poucos e de maneira muito sutíl, talvez aí seja a grande dificuldade de se renunciar. O que deveriamos fazer então? viajar somente por curtos período de tempo? ou não viajar? São decisões complicados quando nos deparamos com outra palavra importante, a tal da OPORTUNIDADE. A oportunidade gera em nós a dúvida, e alimenta o que deciframos como renúncia (positiva e negativa), partir rumo ao desconhecido e abrir mão da zona de conforto é agarrar a melhor oportunidade que tivemos, e largar mão da oportunidade é aceitar a aprimorar nossas conquistas locais, a decisão final? Cabe somente ao coração de quem decide. Se vale a pena? essa resposta é o título desse texto, e ela está totalmente complementada por aqueles/aquilo que "deixamos"; embarcar num porto é excelente, mas primordial é saber que o porto nos aguarda de volta, e com todas as portas abertas, pra recomeçar de onde paramos, de onde do fundo do coração do viajante, ele nunca deixou de estar.

